quinta-feira, 23 de junho de 2016

Planejamento Estratégico Casa Renascer

Durante o mês de maio e junho foi feito o Planejamento Estratégico da casa Renascer, com o intuito de além de ajudar a desenvolver o plano para a casa assistencial, ter a oportunidade de fazer o Planejamento Estratégico na prática.

A casa da Gestante Renascer é uma Instituição não governamental, sem fins lucrativos, que sobrevive através de doações, elaboração de eventos para busca de recursos e esta classificada como Proteção Social Especial de Alta Complexidade.
Desde 12 de fevereiro de 2012 a Casa da Gestante Renascer tem em sua gestão  três freiras que fazem parte das Irmãs Carmelitas Mensageiras do Espírito Santo, onde juntas realizam todo o trabalho desde a parte administrativa, financeira, compras, recepção e manutenção da sede.
A casa de Gestante Renascer acolhe gestantes e puérperas de qualquer faixa etária que se encontram em situação de risco ou vulnerabilidade social, bem como seus filhos de ate 18 anos.
A Associação Beneficente Renascer tem como objetivo trabalhar com mães gestantes e seus filhos que apresentam risco social e com possibilidade de doação e/ou abandono dos mesmos quebrando o vínculo familiar.



Esse espaço oferece assistência 24 horas por dia, física, social, psicológica, e espiritual. Durante a estadia, os filhos das mulheres acolhidas também recebem toda assistência assim como as mães.
O período de permanência da casa se dá durante todo o período de gestação até três meses após o nascimento do bebê, durante esse período as mães e os filhos recebem desde alimentação, moradia, fraldas, roupas, ou seja, todo o suporte necessário. Depois disto todos terão que procurar uma nova moradia bem como recursos financeiros para manter-se.
Essas mães chegam ate esse local através dos órgãos governamentais e não-governamentais, bem como de forma espontânea que residam em Joinville ou regiões próximas.
Para receber o acolhimento na casa da Gestante Renascer, uns dos principais e mais importante critério exigido é provar que esta grávida.Depois da comprovação essa mãe passa por entrevista com pessoas qualificadas, onde avaliam o seu grau de necessidade bem como a vulnerabilidade que a mesma se encontra.
A etapa final compreende a leitura e posteriormente a assinatura do regimento interno, onde a mesma se compromete a respeitar as normas da casa, para que possa permanecer ali, por tempo determinado.
Por se tratar de uma associação beneficente classificada como proteção social de alta complexidade o endereço não pode ser divulgado através de sites, se mantendo em sigilo o seu endereço, para a segurança das pessoas que ali residem.
O contato se dá pelo telefone, e-mail, ou indo ate o endereço onde esta localizada a associação.
Atualmente a gestão conta com uma estrutura simples, até pela falta de especialização das irmãs na área administrativa, não se tem um planejamento estratégico estruturado e definido.
Devido o fator de sigilo ser muito importante, a casa sobrevive através de doações e isso acaba impactando na captação de recursos.
Para que a casa possa ser exposta e divulgada em sites bem como a sua localização para assim aumentar sua captação de recursos e aumentar a assistência a maior numero de mulheres e crianças beneficiadas através desse trabalho, a casa necessita de algumas melhorias, principalmente na segurança do local, que é precária.
Necessitando assim de melhor monitoramento, para que todos que ali residam possam ter mais segurança.



Resenha Crítica Livro - A Arte da Guerra

Em junho foi entregue a resenha do livro "A Arte da Guerra" que foi lido entre os meses de abril e maio de 2016. O livro é muito interessante, e super indico aos amantes da leitura.


Abaixo a resenha para leitura:

RESENHA CRÍTICA: A ARTE DA GUERRA
Autor: Wanderson Leonardo da Silva
Palavras-chave: planejamento, ensinamentos, organização.
O livro A Arte da Guerra é uma obra do autor chinês Sun Tzu, e foi escrito aproximadamente no século IV a.c. A obra já foi publicada por inúmeras editoras e traduzida para diversos idiomas, porém, o livro que li especificamente foi publicado pela editora L&PM em 2006 e traduzido para o idioma português pela tradutora Sueli Barros Cassal e contém 152 páginas. A obra A Arte da Guerra, é conhecida no mundo dos negócios e clássico da literatura, pois traz em suas páginas estratégias que hoje são muito utilizadas. Essas estratégias foram desenvolvidas por Sun Tzu (comandante de um exercito), no intuito de decifrar as formas de comandar o exercito que lhe foi imposto para liderar. Os ensinamentos que o livro traz são frequentemente utilizados por empresas, principalmente por grupos de liderança e áreas de marketing, que buscam informações de como se chegar à vitória e alcançar metas e objetivos através de estratégias e planejamento, bem como a precaução de riscos que as organizações podem vir a sofrer, assim como Sun Tzu fala em seu capítulo III página 20: “Sobressai-se em resolver as dificuldades quem as resolve antes que apareçam”. O livro traz em seus parágrafos muitos princípios e características de um bom general, ou para ser um bom general, como ter disciplina, humanidade, sabedoria, coragem, doutrina, entre outros atributos, que em questão e comparados à administração, nos dão a visão de como proceder para ser um bom líder, e ser respeitado e seguido pelos seus subordinados, assim como diz no livro, em seu primeiro capítulo, página 12: “Entendo por comando a equidade, o amor pelos subordinados e pela humanidade em geral. O conhecimento de todos os recursos, a coragem, a determinação e o rigor são as qualidades que devem caracterizar aquele que investe a dignidade de general”. Ao me deparar com o livro e perceber que o mesmo traz muito sobre ensinamentos relacionados à guerra, não entendi inicialmente a correlação com a administração. Porém, ao ingressar a leitura percebi algumas ideias que trazem os conceitos da administração através das técnicas de estratégias utilizadas por Sun Tzu. Por exemplo, uma das ideias principais que o livro traz, é conhecer seu inimigo e a si mesmo, onde percebe-se que as empresas precisam conhecer seu concorrente e seu produto, tanto quanto conhecem sua própria função. Como leitor e acadêmico do curso de Bacharel em Administração eu indico este livro a todos os líderes, ou quem esta se preparando para ser um, assim como eu. O livro traz muitos ensinamentos voltados ao ambiente, tempo, disciplina e liderança, essenciais para o desenvolvimento do gestor, bem como trata-se de um livro pequeno e de leitura rápida. Tirei muito conhecimento para minha vida pessoal e profissional, e creio que quem ler, também terá a mesma experiência fantástica que tive.
Wanderson Leonardo da Silva. Acadêmico do Curso de Bacharel em Administração pela Faculdade de Ensino Superior Santo Antônio (INESA).





Resenha Crítica Filme - Um Senhor Estagiário

No mês de março foi entregue a resenha crítica do filme "Um Senhor Estagiário".
O filme foi assistido individualmente, a após foi solicitado aos alunos que fizessem uma resenha abordando o assunto do longa-metragem.


Abaixo segue a resenha que escrevi:

UM SENHOR ESTAGIÁRIO
Wanderson Leonardo da Silva
Palavras-chaves: conhecimento, administração, experiência.


A obra Um Senhor Estagiário: A experiência nunca morre, traz Anne Hathaway na personagem Jules, que traz toda a representatividade da mulher moderna, dona de uma Startup voltada à moda, e Robert De Niro, no personagem de Ben, que é um idoso aposentado e viúvo, já cansado da rotina do dia a dia, que resolve voltar à ativa atuando em uma vaga de estagiário na empresa de vendas pela internet onde Jules (Anne Hathaway) é dona.
Ao assistir Um Senhor Estagiário, eu me dei conta de como ainda sou jovem e como tenho tempo pra construir o conhecimento durante minha vida. O filme é simplesmente maravilhoso, e eu poderia assistir mil vezes. Os ensinamentos voltados tanto para nossa vida pessoal, quanto profissional que este filme traz é incrível. Durante algumas cenas, mais especificamente na cena em que o personagem Ben (Robert De Niro) limpa a “mesa da bagunça” e todos à sua volta agem com gratidão diante de sua postura, aplaudindo o feito, é onde percebemos que basta uma simples atitude para mudarmos tudo à nossa volta, assim como uma única pessoa pode causar um único sentimento em uma ”multidão” de pessoas.  O filme também apresenta a incrível possibilidade de contribuirmos com a experiência que obtemos durante toda a vida, em um momento em que já não é tão propício ao trabalho por conta da idade.
A obra Um Senhor Estagiário, não é um filme revolucionário, por conter ações que acontecem diariamente com todos no mundo, porém, é curioso ver um homem de 70 anos estagiando em uma empresa. Com todo o enredo eu me pego pensando, o que esta obra tem haver com a administração, e percebo que há correlação entre uma coisa e outra. Por exemplo, o ensinamento de organização que todo administrador e bom líder deve ter, a responsabilidade com seus horários e com sua organização, o amor pelo que você faz, a paciência pra enfrentar as adversidades, o foco nos objetivos. Estas são características que o filme nos apresenta, e que podemos absorver para nossa vida profissional e até pessoal. O filme também mostra cenas de um mundo muito moderno, algo que vivenciamos hoje, agora. Como por exemplo, a diferença dos estagiários jovens para os idosos, onde os jovens estão sempre ligados na tecnologia, na internet, o que é algo contrario à forma de agir de idosos diante deste fator modernidade.
A obra cinematográfica aborda muito sobre comportamento humano, e eu indico a todas as pessoas, sem exceções para assistir, pois creio que todos deveriam ter conhecimento desta obra que nos ensina tanto em tão pouco tempo. O administrador pode tirar vantagens sobre ele, a dona de casa que sonha empreender, o idoso aposentado que se cansou da vida monótona assim como o personagem, o jovem estagiário que esta iniciando sua carreira profissional, enfim, todas as pessoas que se identificam com a situação apresentada, deveriam e devem conhecer este filme magnifico.

Diagnóstico Estratégico - 12 de maio

No dia 12 de maio tivemos aula sobre o Diagnóstico Estratégico.

O diagnóstico estratégico é o primeiro passo do processo de planejamento e é através dele que a organização irá se municiar das informações que irão nortear o seu direcionamento estratégico. O diagnóstico estratégico pode ser comparado a um radar digital ligado 24 horas por dia, sempre pronto a captar e manter atualizado o conhecimento da empresa em relação ao ambiente e a si própria, visando identificar e monitorar permanentemente as variáveis competitivas que afetam a sua performance. É com base no diagnóstico estratégico que a empresa irá se antecipar às mudançase preparar-se para agir em seus ambientes internos e externos.
A análise externa: ambiente geral e o ambiente de negócio

Toda organização consiste em um sistema aberto, em constante interação com o meio ambiente. Para sobreviver, as organizações precisam de insumos (recursos humanos, recursos financeiros e materiais), que são transformados em bens e serviços, os quais são colocados no mercado, visando o atendimento de uma determinada necessidade. O atendimento dessa necessidade produz resultados que retroalimentam as organizações (receitas e lucro, no caso da empresa; reconhecimento e efetividade social na promoção do bem comum, no caso do Estado e de entidades do Terceiro Setor). Portanto, a relação com o meio externo constitui um fator-chave da própria existência das organizações. Por esse motivo, entender de que se compõe esse ambiente e como ele se organiza torna-se essencial para a gestão das empresas.

Trabalho Cooperativa Capricórnio - 19 de abril

No dia 19 de abril, iniciamos a leitura do estudo de caso da Cooperativa Capricórnio, com o intuito de criar uma apresentação em slides para a turma.

Abaixo está o estudo de caso para quem se interessar em ler.

E abaixo do estudo de caso esta a apresentação que foi feita pelo meu grupo de trabalho e apresentado em sala de aula.


Estudo de caso: 


ESTUDO DE CASO SOBRE PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO EMPRESARIAL

Dificuldade para o desenvolvimento e implantação do processo de planejamento global da Cooperativa Capricórnio

A Cooperativa Capricórnio é uma das mais tradicionais no ramo agropecuário, tendo apresentado queda em sua atuação mercadológica, bem como em sua interação com os cooperados fornecedores de insumos agrícolas (leite, café e soja).
Apresenta, também, alguns problemas na venda de insumos e equipamentos agrícolas para os seus cooperados e outros clientes da região, principalmente por causa de sua política de preços, que é considerada, de forma unânime, relativamente elevada.
Na realidade, a queda nas vendas da Cooperativa Capricórnio não tem sido mais elevada por causa da adequada assistência técnica realizada aos cooperados, bem como pela simpatia de seus executivos e funcionários.
Entretanto, a Assembléia Geral de cooperados tem apresentado algumas reclamações, as quais, inclusive, estão levando ao questionamento do modelo de gestão realizado na Cooperativa Capricórnio.
Diante dessa situação, houve uma reunião da alta administração da Cooperativa Capricórnio, em que foram identificados dois principais problemas da cooperativa, a saber:
§  falta de um processo de planejamento global que seja estruturado e respeitado na cooperativa; e
§  postura de atuação meio mole por parte dos principais executivos e funcionários da cooperativa, inclusive de alguns conselheiros de administração.
E você, um especialista em planejamento e em processos de mudanças nas empresas, bem como conhecedor do ramo cooperativista, foi contratado para apresentar um plano visando solucionar os dois problemas básicos da Cooperativa Capricórnio.
O organograma resumido é apresentado a seguir:




Para facilitar o desenvolvimento dos trabalhos, você foi convidado a ocupar, com função de consultor, uma espécie de Assessoria de Planejamento, situação com a qual você não concordou, mas acabou aceitando, para não criar problemas iniciais.
Sua primeira decisão foi apresentar um pré-plano de trabalho que respeitaria as seguintes premissas:
§  a Cooperativa Capricórnio deverá ter todos os tipos e níveis de planejamento desenvolvidos e interligados (estratégico, táticos e operacionais); e
§  o nível de participação de todos os executivos e funcionários da Cooperativa Capricórnio deve ser elevado. Inclusive, essa participação deve estender-se para os cooperados – via Assembléia Geral – e para os conselhos (Administrativo, Fiscal e Consultivo).

Você identificou as seguintes realidades atuais na Cooperativa Capricórnio:
§  não existe uma cultura voltada para o planejamento;
§  as pessoas não gostam de serem cobradas. Lembre-se: todo e qualquer planejamento leva à necessidade de processos, critérios e parâmetros de controle e avaliação;
§  de maneira geral, pode-se afirmar que o Presidente é um centralizador do processo decisório, atitude que os Diretores de Negócios, principalmente o de soja, procuram seguir;
§  os processos administrativos e operacionais estão bem estabelecidos, mas relativamente respeitados;
§  o clima organizacional  e o relacionamento entre as pessoas é bom; e
§  as pessoas têm vontade, mas enorme dificuldade de trabalhar em equipes.

Apresentação:













07 de abril - Atividade em sala



No dia 07 de abril tivemos uma atividade em sala de aula, chamada Jogo de Dominó, onde eu e o grupo onde participei criamos um dominó matemático, voltado para lógica.
O jogo foi criado basicamente com papel.
Colocamos a mente em prática e o papel, cola e tesoura pra trabalhar. 
A atividade foi ótima para aprendermos a trabalhar em equipe, e perceber a importância que tem quando se trabalha junto, quando a união. O planejamento não existiria se não houvesse pessoas envolvidas, e pudemos perceber como isso é feito na prática. Tivemos de planejar muito para obter o resultado final. A atividade foi ótima.

Ps.: não consegui anexar a foto do jogo de dominó, lembro que foi tirada por alguém da sala, mas não me recordo quem.

Aula 05 de abril - Estudo de Caso Goodyear

Nesta aula trabalhamos o estudo de caso intitulado "A virada da Goodyear", texto conhecido mundialmente, e que nos traz a percepção da importância da reestruturação dentro de uma organização que encontrava-se com grandes problemas.

Quando Stanley Gault assumiu aempresa Goodyear, ele encontrou uma situação caótica, onde a mesma passava por uma grande estagnação no mercado. Foi quando ele resolveu promover um turnaround (virada) reestruturando a companhia.
A Goodyear buscou relacionar a organização com seu ambiente interno e externo, fazendo com que essa abordagem pudesse analisar as estruturas formais e informais da organização.
E baseado na teoria estruturalista onde ela estuda as organizações numa abordagem múltipla enfocando os seguintes aspectos:

• Organização formal e informal;
• Recompensas salariais, materiais e sociais;
• Níveis hierárquicos;
• Diferentes tipos de organização.

A teoria analisa os mais diversos tipos de organização, preocupada em conhecer suas atividades, estruturas e comportamentos.
Podemos afirmar que a grande contribuição da Escola Estruturalista foio fato de ter sido uma escola evolutiva, que considerou em profundidade o ambiente externo, apresentando a empresa como um sistema aberto que interage com esse ambiente. 
Apesar de claramente demonstrar que aprendeu com os erros das anteriores, a Abordagem Estruturalista recebeu críticas quanto à sua tipologia das organizações, pois sua aplicabilidade prática foi considerada limitada e questionável em certos casos.
E baseado nesses aspectos estruturalista foi que a Goodyear tornou-se a campeã de vendas, adotando como estratégia conhecer seus clientes e seus mercados, investir em treinamento dos revendedores para aprimorar sua capacitação técnica e melhorar o atendimento ao cliente.






Aula 31 de março - Teoria Estruturalista

A Teoria Estruturalista surgiu por volta da década de 1950 como um desdobramento das análises dos autores voltados para a Teoria da Burocracia que tentaram conciliar as teses propostas pela Teoria Clássica e pela Teoria das Relações Humanas.
Os autores estruturalistas procuram inter-relacionar as organizações com seu ambiente, que é a sociedade maior. Daí, a sociedade de organizações caracterizada pela independência entre as organizações. Surge um novo conceito de organização e um novo conceito do homem: o homem organizacional que desempenha papéis simultâneos em diversas organizações diferentes.
A análise das organizações sob o ponto de vista estruturalista é feita dentro de uma abordagem múltipla e globalizante: tanto a organização formal como a informal devem ser compreendidas, bem como as recompensas e sanções materiais e sociais devem ser consideradas no comportamento das pessoas; todos os diferentes tipos de organizações devem ser levados em conta, os diferentes níveis hierárquicos devem ser abrangidos pela análise organizacional, bem como as relações externas da organização com outras organizações.
A análise organizacional, dentro dessa abordagem múltipla e globalizante, é facilitada com a utilização de tipologias organizacionais, assunto em que os estruturalistas são mestres: Etzioni, Blau e Scott sugerem tipologias simples e unidimensionais para analisar e comparar organizações.
Para avaliar a realização das organizações, os estruturalistas estudam os objetivos organizacionais que representam as intenções das organizações. O seu alcance mostra até que ponto as organizações são eficazes e bem-sucedidas.
A Teoria Estruturalista inaugura os estudos do ambiente dentro do conceito de que as organizações são sistemas abertos em constante interação com seu contexto externo. Até então, a teoria administrativa havia se confinado aos estudos dos aspectos internos da organização dentro de uma concepção de sistema fechado.
Todavia as organizações não funcionam dentro de um mar de rosas. Existem conflitos e dilemas organizacionais que provocam tensões e antagonismos envolvendo aspectos positivos e negativos, mas cuja resolução conduz a organização à inovação e à mudança.
Numa avaliação crítica do estruturalismo dentro da administração, com seus aspectos positivos e suas restrições e limitações, conclui-se que está é uma teoria de transição em direção à Teoria de Sistemas.

Visita Técnica à Penitenciária Industrial de Joinville/SC

No sábado do dia 19 de março, fizemos a visita técnica à Penitenciária Industrial de Joinville/SC. Alunos do 7º e 5º semestre do curso de Bacharel em administração da faculdade Santo Antonio INESA, estiveram nesta visita, que foi maravilhosa. Durante a mesma tivemos uma palestra com o Diretor no Presídio Sr. Richard Harrison Chagas dos Santos, onde após a palestra ganhamos uma cartilha que fala muito sobre o presidio, a forma de gestão utilizada e ações que são feitas. A cartilha é um relatório, que por ser anual, consta muitas informações, a mesma veio autografada  (assinada) pelo Diretor Sr. Richard H. C. dos Santos.

Abaixo as fotos da cartilha:





Apresentação Penitenciária Industrial de Joinville/SC

Abaixo segue a apresentação do meu grupo sobre a Penitencia Industrial de Joinville, onde fizemos uma comparação com o sistema prisional do Estado do Rio Grande do Sul.